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Alzheimer e a importância da Ressonância Magnética no diagnóstico.

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No início do ano uma importante campanha busca conscientizar sobre enfermidades incuráveis, como o Alzheimer, o Lúpus e a Fibromialgia.

O Fevereiro Roxo, como é chamada essa campanha de conscientização, é um importante marco na luta contra esses males que afligem um incontável número de pessoas na atualidade.

Em se tratando do Mal de Alzheimer, dados apontam que atualmente a doença afeta mais de 1 milhão de pessoas no Brasil, com o surgimento de 100 mil casos novos ao ano.

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A causa do Alzheimer ainda não é certa, alguns especialistas acreditam em fatores genéticos e danos que são causados ao cérebro ao longo da vida.

Porém, alguns estudos divulgados recentemente revelaram que a bactéria que origina a doença é a Porphyromonas gingivalis, que comumente é encontrada em nossas gengivas, e é capaz de migrar as inflamações para o cérebro, grande afetado pelo mal de Alzheimer.

Entenda mais sobre essa condição:

O que é?

O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que afeta o cérebro do indivíduo, ocasionando um declínio em todas as capacidades cognitivas.

Aflige principalmente a parcela idosa da população, provocando demência e perda de memória e percepção.

A doença é determinada pelo agravo dos sintomas, o paciente tem seu cérebro afetado de forma progressiva, com quadros de estabilidade, mas que durante seus estágios finais necessita de assistência para praticar as atividades mais básicas, como se alimentar e tomar banho.

Sintomas do Mal de Alzheimer

Vários sinais podem ser um alerta para que o paciente identifique que há algo de errado com seu corpo. Confusão mental, mudanças na personalidade, dificuldades para dormir e apatia, são alguns indícios de que você pode estar sofrendo com esse problema de saúde.

Confira os sintomas mais importantes que podem ajudar a diagnosticar o Alzheimer :

  • Se esquecer frequentemente de palavras;
  • Esquecer de eventos ou grandes partes de um acontecido;
  • Esquecer coisas como “o que tomou no café da manhã”, entre outras situações recentes;
  • Se esquecer regularmente de objetos e onde eles foram guardados;
  • Não se lembrar da data ou estação do ano em que está;
  • Sentir bloqueio para estabelecer uma conversação, não conseguir manter sua linha de raciocínio.

Possíveis causas

Mesmo sem um denominador comum para a causa da doença, existem suposições sobre os fatores que levam ao desenvolvimento do Alzheimer.

  1. Genética

O fator mais comentado pelos médicos, a hereditariedade. O tipo de Alzheimer passado pelos avós ou pais é o mais agressivo, atinge pessoas com cerca de 40 ou 50 anos e piora de forma muito mais veloz.

O indivíduo que sofre com o Alzheimer familiar tem uma probabilidade de 50% de transferir a patologia para seus filhos.

  1. Riscos externos

Além da genética, o Alzheimer também pode surgir através de condições externas que afetam nosso cérebro, por exemplo:

  • traumatismo ou lesões provenientes de acidentes, de praticar esportes radicais e de contato, e de AVC’s (acidente vascular cerebral), podem afetar os neurônios e influenciar no surgimento do mal de Alzheimer.
  • colesterol alto e excesso de açúcar na alimentação também afetam o organismo e podem ser um fator de risco para o aumento das chances de contrair a doença.

Diagnóstico através da Ressonância Magnética

Para diagnosticar o Alzheimer de forma rápida e eficaz, o exame de Ressonância Magnética é o mais indicado entre os médicos especialistas.

O diagnóstico precoce de doenças como o Alzheimer é indispensável para que os tratamentos sejam iniciados o mais rápido possível, e assim garantir melhor qualidade de vida aos pacientes.

A Ressonância é capaz de gerar imagens em alta resolução do corpo humano e sua qualidade possibilita identificar quaisquer anomalias.

Realizado de forma rápida, o processo varia  de 15 a 30 minutos, esse exame é fundamental no diagnóstico do Alzheimer, que em comparação com outros procedimentos têm sua eficiência muito mais atestada.

Tratamento e cura

O Alzheimer ainda não tem cura, por isso o tratamento é paliativo, e busca aliviar os sintomas da doença de forma a melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Para se prevenir, é indicado possuir hábitos saudáveis, com uma vida regrada de atividades físicas e consumo de alimentos ricos e diversos. E a descoberta precoce da doença também é considerada fator chave para manter um quadro estável.

Prevenção do Alzheimer

Infelizmente, ainda não existe nenhuma forma de prevenção; entretanto especialistas consideram que manter a mente em atividades constantes e o convívio em sociedade podem fazer com que a doença se manifeste mais tarde.

Alguns exercícios como leitura, jogos inteligentes e até atividades em grupo são recomendados para estimular a memória.

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